segunda-feira, 16 de junho de 2008

Fome

São dez da noite. Acordei às dez da manhã. Há doze horas, portanto. Bebi um copo de sumo de fruta (entre banana, pêssego, laranja e maça, perdi a conta do que estava ali dentro), comi uma taça de Especial K, e bebi um café com leite. Almocei filetes de um peixe qualquer estranho, com um arroz duro, ao que consta de ervilhas (o meu refeitório é pior do que o das universidades públicas). Lanchei um iogurte e um café na esperança de ir para casa cedo, jantar com a minha família. Ainda estou no jornal. São dez da noite. Acho que ainda me esperam umas boas meias horas por aqui. Isto não fecha e eu tenho fome. Muita fome. O bar está fechado e não há nada a fazer senão esperar e ouvir o meu estômago a soluçar – ou será mais apropriado roncar? – por comida.

É por estas e por outras que eu não percebo as mulheres que infligem este sofrimento a si próprias apenas para emagrecerem alguns gramas. Vá...kilos. Prometo perante todos vós não me submeter a um processo de fome com vista a esse fim. E tenciono cumprir. JURO.

Um comentário:

Zé disse...

vai comer que o teu mal é fome!

Podiam para além de comer mexer o rabo..assim não se punha a questão dos kilos!